Dirigindo-Se aos hipócritas, duas vezes, o Senhor Jesus perguntou:
“…Pois qual é maior: o ouro ou o santuário que santifica o ouro?”
“...Pois qual é maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta?” Mateus 23.17,19
Por conta de sua natureza adâmica e carnal, o hipócrita é capaz de enfrentar até Deus contra o sacrifício.
Os mesmos espíritos imundos dos escribas e fariseus, da época de Jesus, atuam hoje.
Atravessaram gerações e chegaram à geração atual.
Portanto, os hipócritas do passado estão vivos e atuantes hoje em dia.
Os corpos e as vestes são diferentes, mas o espírito e a ambição são as mesmas.
Não se importavam com o altar, mas o que ali era depositado.
Não estavam nem aí para os ensinamentos e ideias passadas pelo Senhor.
Seus olhos esbugalhados e vidrados no dinheiro cegavam os olhos espirituais. Não conseguiam discernir os valores eternos.
O mesmo espírito ambicioso tem cegado a presente geração.
Além de não enxergarem, tentam cegar o entendimento de que assim como a oferta representa o ofertante para Deus, o altar representa Deus para o ofertante.
Insensatos e cegos!
Qual é Maior: a oferta ou o Altar?
Qual é Maior: o ofertante ou Quem o recebe?
Qual é Maior: o sacrifício ou o Altar do sacrifício?
Quanto maior a conquista, mais renhida é a luta e maior o sacrifício.
Quanto maior o sonho, mais exigente é o sacrifício para sua realização.
Esse ensino vem do Alto.
A libertação dos hebreus do Egito era um sonho quase impossível. Os filhos de Israel eram a grande fonte de riqueza e opulência egípcia. Riqueza à custa de sua escravidão.
Deixá-los livres significava perda irreparável.
Egito é o mundo, Faraó é o diabo, os filhos de Israel são os povos escravizados, o Monte Sinai simboliza o Monte Calvário e Moisés é o enviado do Altíssimo.
Quando o Senhor enviou Moisés, avisou:
“Eu sei, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir se não for obrigado por mão forte.” Êxodo 3.19
Como libertar os escravos do diabo sem o uso obrigatório de Mão Forte? Isto é, sem luta, sem guerra, sem sacrifício ou sem a violência da fé?
É possível usar a fé sem violentar os costumes religiosos?
É possível usar a fé sem violentar a vontade da carne?
A fé sobrenatural, por si só, já se opõe à natureza.
Jesus cuspiu no chão, fez lodo, untou as vistas do cego e nem por isso o rapaz ficou curado. Mas, ao obedecer a Sua ordem, mesmo com enorme dificuldade, ficou curado.
Quem o curou: Jesus? Sua saliva? O lodo? As águas do tanque de Siloé?
Ele foi curado pela obediência à Palavra de Jesus. Ou seja, pela própria fé.
Mas o Senhor teve de usar de Mão Forte para despertar sua fé.
Jesus não poderia pedir alguém para pegar água de Siloé e lavar-lhe os olhos? Não seria mais fácil, mais simples e até mais humano evitar que o rapaz tivesse de caminhar até ao fundo do Vale para ser curado?
“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e os violentos se apoderam dele.” Mateus 11.12 (NKJV)
A pura fé violenta os princípios naturais humanos. Quem a entenderá?
Contudo, quem não sabe que sem o sacrifício da fé natural não se conquista nada neste mundo?
Da mesma forma, os benefícios do Mundo Sobrenatural exige a violência da fé sobrenatural.
Quem crê, vai; quem não crê, fica.
MINHA LINDA...
MULHERES ABENÇOADAS...
A alegria das conquistas materiais tem causado verdadeira sensação de bem estar. O relacionamento com Deus parece estar em dia. O fiel sente-se mais animado, mais estimulado na fé e até propenso a fazer a obra de Deus.
Mas quando as tribulações começam a dar sinais, a alegria dá lugar à tristeza, a euforia esfria e a fé dá vez às dúvidas e lamentos. A disposição de servir a Deus se apaga.
Neste momento, sua confissão de fé é julgada. A cruz e o mundo ficam aguardando para onde ela vai pender. E é justamente aí que se define o tipo de fé que se tem.
Deus não nos tem dado fé apenas para o sucesso espiritual e material, mas também para os supostos insucessos. No mundo da energia sobrenatural, tudo coopera para o bem, tanto os ganhos quanto as perdas.
Afinal de contas, quem vive na dependência do Espírito Santo já morreu para este mundo. As lutas e dissabores enfrentados na Terra fazem parte do aprendizado do viver a vida pela fé.
Salomão é um grande exemplo dos prejuízos causados pela ausência de tribulações. Nasceu para reinar sem qualquer problema. E, por ter conquistado o coração de Deus, tornou-se o mais sábio da Terra. Ele foi poderosamente rico, não havia nada que sua alma desejasse e não fosse satisfeita.
Nem inimigos tinha.
Chegou ao ponto de enviar carta ao rei de Tiro dizendo: “O Senhor, meu Deus, me tem dado descanso de todos os lados; não há nem inimigo, nem adversidade alguma.” I Reis 5.4
A história registra que a ausência de problemas tornou-se o maior e mais grave adversário de Salomão. A sensação de felicidade cristã pode tornar-se num inimigo mortal, haja vista que impõe relaxamento na fé e, consequentemente, frieza espiritual.
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26.41
Não há morte para quem vive pela fé no Senhor Jesus Cristo.
Pronunciar a palavra morte já é assustador para pessoas comuns. Entretanto, o significado do fim da vida para muitos não é o mesmo para outros.
A morte tão cruel, cujo espírito ceifa vidas, tanto de inocentes como culpados; que não escolhe sexo, idade, cor, raça, classe social, cultura, enfim, que rouba vidas à revelia, de forma implacável ou não, é temível, apavorante e, pior, não se cansa, nem se enfada.
Mas, para os que vivem no Senhor Jesus, ela não tem mais força. Antes, serve gloriosamente como instrumento de garantia da vida eterna.
Daí porque o apóstolo confessou: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” Filipenses 1.21
Quem pode entender isto? É loucura para os que se perdem; para todos cujo coração está preso às ofertas deste mundo.
A verdade é que a morte só apavora os filhos das trevas, porque os da Luz já a venceram pela fé.
“Jesus morreu por todos; logo, todos morreram.”
Todos morreram?
Quem, de fato, morreu mesmo?
Morreram os que não vivem para si mesmos.
“Jesus morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou.” 2 Coríntios 5.14-15
Os nascidos do Espírito de Deus zombam da morte, dizendo:
“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” I Coríntios 15.55
Sabe por quê?
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“Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos.
Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor.” Romanos 14.8
“Fiel é esta palavra: Se já morremos com Ele, também com Ele viveremos...” 2 Timóteo 2.11
É assim que Deus faz com os que O servem de todo o coração, de toda sua alma, com todas as suas forças e de todo o entendimento. Marcos 12.30
Se eu quero acabar com uma árvore, eu tenho que cortá-la pela raiz.
A bananeira, por exemplo, é uma árvore muito robusta e resistente, mesmo que pareça fraca. Por incrível que pareça, nem fogo nem um tufão pode matá-la. Mesmo se alguém cortar uma bananeira em mil pedaços, ela ainda pode sobreviver.
A única maneira pela qual essa árvore pode ser impedida de crescer novamente é arrancá-la por completo, desde a raiz.
Assim são com os problemas da vida, especialmente os crônicos. Se não forem resolvidos na raiz, acabarão crescendo novamente e voltando como antes.
Muitas pessoas querem resolver seus problemas, mas se resumem em lidar com as folhas e galhos deles. Esses problemas acabam voltando, e às vezes até pior.
Há três razões principais porque as pessoas normalmente não lidam com a raiz de seus problemas:
1. Não sabem encontrar a raiz;
2. Conhecem a raiz, mas não sabem como cortá-la;
3. Sabem como cortá-la, mas não estão dispostas a empregar o esforço para fazê-lo.
Ou seja, querem respostas rápidas.
Qual é o seu caso?