Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro no outro. Na porta de ferro estavam penduradas muitas caveiras cobertas de sangue.
Nesta sala, o rei dava aos prisioneiros duas opções:
– Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros ou passar por aquela porta.
Todos os que por ali passaram escolheram ser mortos pelos arqueiros.
Ao término da guerra, um soldado, que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:
– Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
– Diga, soldado.
– O que havia por trás da assustadora porta?
– Vá e veja.
A princípio, ele ficou com muito medo, mas, confiando no rei, ele a empurrou vagarosamente, e percebeu que, à medida que o fazia, raios de sol iam adentrando e clareando o ambiente até iluminar todo o recinto.
A porta levava para fora da masmorra rumo à liberdade.
O soldado, admirado, apenas olha o seu rei, que diz:
– Eu dava a eles a escolha, mas preferiam morrer a arriscar abrir esta porta.
Pois é, quantas e quantas vezes deixamos de abrir uma porta ou entrar por outra, tudo por medo de arriscarmos?
Hoje, no mundo, muitas pessoas ainda não encontraram a liberdade exatamente por este motivo: medo. Medo de não dar certo, medo do que os outros vão pensar, medo de errar, enfim. E, com isso, permanecem estagnadas, paradas no tempo e mergulhadas nos seus problemas.
Devemos ser diferentes, mas, muitas vezes, agimos exatamente igual.
Trazer ao pulblico,a Visao Apostolica e comentar o alimento recebido debaixo deste manto.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
MATURIDADE OU IMATURIDADE NA FÉ...
Já observou crianças brincando? O grau de pureza e inocência é tão acentuado que atrai e diverte qualquer adulto.
Contudo, suas atitudes nem sempre são saudáveis. Há momentos difíceis de controlar seus impulsos, principalmente quando querem coisas fora de hora. Diante disso, muitas se tornam malcriadas e, às vezes, até incontroláveis.
Tudo isso por conta de suas emoções estarem à flor da pele. Não pensam, não medem as consequências, não têm noção de perigo… nada!
Assim são os imaturos na fé. Acreditam que Papai do céu tem de atender suas petições na hora, independentemente de Sua vontade.
Tal criancice espiritual seria até compreensível, se não fossem as ameaças de abandono da fé. Como se o Senhor Deus dependesse deles.
Outros, por muitos anos, têm investido na construção de verdadeiros castelos de problemas. E quando têm acesso à fé querem usá-la como varinha mágica para resolvê-los da noite para o dia.
Além deles, há aqueles cuja fé não desenvolve por conta de ciúmes e contendas acentuados em seu caráter. Para esse tipo de "cristão" o apóstolo Paulo disse:
“Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais e sim como a carnais, como a crianças em Cristo.
Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais.
Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?” I Coríntios 3.1-3
Contudo, suas atitudes nem sempre são saudáveis. Há momentos difíceis de controlar seus impulsos, principalmente quando querem coisas fora de hora. Diante disso, muitas se tornam malcriadas e, às vezes, até incontroláveis.
Tudo isso por conta de suas emoções estarem à flor da pele. Não pensam, não medem as consequências, não têm noção de perigo… nada!
Assim são os imaturos na fé. Acreditam que Papai do céu tem de atender suas petições na hora, independentemente de Sua vontade.
Tal criancice espiritual seria até compreensível, se não fossem as ameaças de abandono da fé. Como se o Senhor Deus dependesse deles.
Outros, por muitos anos, têm investido na construção de verdadeiros castelos de problemas. E quando têm acesso à fé querem usá-la como varinha mágica para resolvê-los da noite para o dia.
Além deles, há aqueles cuja fé não desenvolve por conta de ciúmes e contendas acentuados em seu caráter. Para esse tipo de "cristão" o apóstolo Paulo disse:
“Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais e sim como a carnais, como a crianças em Cristo.
Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais.
Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?” I Coríntios 3.1-3
SACRIFÍCIO INFANTIL:O NEGÓCIO
A BBC divulgou, nesta última terça-feira, uma matéria-denúncia com respeito à prática de sacrifício de crianças em Uganda, na África.
Um repórter, que estava se passando por dono de uma construtora, em busca de negócios mais lucrativos, procurou um feiticeiro local e perguntou como ele poderia ajudá-lo na conquista.
O feiticeiro, de imediato, cobrou cerca de 400 dólares e sacrificou um cabrito, dizendo que o homem de negócios deveria voltar em 2 dias.
No segundo encontro, o feiticeiro ofereceu ao repórter, disfarçado de homem de negócios, um trabalho "mais forte": sacrificar uma criança e enterrar as partes do corpo em um dos terrenos de suas construções.
O feiticeiro disse que para ter maiores resultados esse era o trabalho mais forte que poderia ser feito.
O encontro foi filmado com câmera escondida, e as imagens entregues à polícia local. Mas, infelizmente, as autoridades parecem não querer fazer nada a respeito. Quase mil casos do tipo permanecem engavetados sem ação da polícia.
A reportagem relatou que esse tipo de sacrifício tem se tornado um negócio no país, onde as pessoas têm buscado de todas as formas um meio para alcançar dinheiro e poder.
Um repórter, que estava se passando por dono de uma construtora, em busca de negócios mais lucrativos, procurou um feiticeiro local e perguntou como ele poderia ajudá-lo na conquista.
O feiticeiro, de imediato, cobrou cerca de 400 dólares e sacrificou um cabrito, dizendo que o homem de negócios deveria voltar em 2 dias.
No segundo encontro, o feiticeiro ofereceu ao repórter, disfarçado de homem de negócios, um trabalho "mais forte": sacrificar uma criança e enterrar as partes do corpo em um dos terrenos de suas construções.
O feiticeiro disse que para ter maiores resultados esse era o trabalho mais forte que poderia ser feito.
O encontro foi filmado com câmera escondida, e as imagens entregues à polícia local. Mas, infelizmente, as autoridades parecem não querer fazer nada a respeito. Quase mil casos do tipo permanecem engavetados sem ação da polícia.
A reportagem relatou que esse tipo de sacrifício tem se tornado um negócio no país, onde as pessoas têm buscado de todas as formas um meio para alcançar dinheiro e poder.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
RESGATADO DO INFERNO.
Boa noite, querida D. Ester!
O Espírito Santo tem me cobrado para falar sobre a transformação que Ele fez em minha vida, a fim de alcançar as pessoas que se julgam incapazes de saírem da situação em que se encontram.
Muitos se acovardam diante de uma entrega total e preferem viver de aparências, como eu vivi, pois ninguém imaginava a realidade da minha família.
Vou descrever resumidamente a minha história antes do meu encontro com o meu Deus e Senhor.
Muitas pessoas, que desconhecem o poder Divino, acham que só busca a Deus quem é de uma classe social desprovida de amor, de educação, de família, ou seja, pessoas que moram em favela, que passam fome ou até mesmo os famosos "ex": ex-traficante, ex-prostituta, ex-bandido etc.
Este pensamento é um tremendo engodo do diabo.
Quando me lembro da minha infância, me vêm à memória momentos de uma família perfeita, meus pais sentados à mesa dialogando, em meio a conversas, gestos de carinho para comigo, sua única filha, criada com tudo de bom. Mas essa imagem logo é interrompida por lembranças que contrariam toda essa serenidade.
Por esse motivo, começa o trajeto dos meus pais por uma busca incessante por Deus, batemos em várias portas.
Aos meus treze anos, cheguei ao Cenáculo do Espírito Santo. Não para ter um encontro com Deus, mas, por ser uma boa filha, eu acompanhava a mamãe, pois eu também pensava que as pessoas que buscavam a Deus, como eu disse anteriormente, eram menos favorecidas do que minha família.
Com o passar do tempo, deixei de acompanhar minha mãe e herdei toda maldição que até ali estava sobre o papai. Fui adoecendo e perdendo minhas forças para viver. Rodeada de livros, de cultura, muitas informações e pouca vida.
Acabei achando que eu era um "caso perdido", que Deus não queria saber de mim, tamanha a aflição que sentia. Então, em meio a tratamentos médicos sem sucesso, porque os problemas se agravavam, me cansei de tudo.
Eu era uma jovem com o rosto cheio de feridas que minavam água, desmaios constantes, dores pelo corpo, eram tantas coisas que não tem condições de escrever tudo.
Neste período, fui algumas vezes à Igreja com a mamãe, mas o pastor falava e eu não entendia o que ele dizia. Era como se as palavras não chegassem aos meus ouvidos, era como mímica, e quando eu ouvia, para mim, eram outras coisas que ele dizia, não havia coerência em suas palavras. Lógico, abandonei tudo e fui embora decidida a nunca mais voltar.
Isso tudo fez de mim uma pessoa horrenda, maldosa, cheia de ódio da vida e dos meus pais.
Eu me perguntava: por que eu vim a este mundo, para viver desta forma? Que propósito tem eu existir, Deus existir, para quê?
Esta frase alimentava o ódio vivo dentro de mim, como um fôlego, o ódio me dava forças para suportar. Fui me transformando aos poucos, sem perceber, quando notei aquele gigante, que alimentei durante esse período, estava me devorando e fazendo um tremendo estrago.
Sabendo que nada mais me restava, a não ser viver a caricatura de uma vida, muito revoltada com Deus e posso dizer que parcialmente em trevas, fiz a maior das loucuras: entreguei a minha alma ao diabo. Foi horrível!
Estava prostrada e ao me levantar algo diferente passou a viver dentro de mim, outro ser. Eu tinha a companhia constante dos demônios, me distanciei de todos que me amavam, dialogava e caminhava com o diabo, fiquei propensa a fazer o mal.
No final, dentre tantas coisas, meu maior desejo era matar. Matar meus pais e ver o sangue deles derramado em sinal de poder, principalmente o da mamãe, para sentir o sangue dela, tocar ou até beber. Porque eu bebia meu próprio sangue para fortalecer o voto. Odiava minha mãe porque ela buscava a Deus por mim.
Eu era cobrada com surras, cortes nas pernas que sangravam, mas só eu sabia o que estava acontecendo, ninguém mais, porque não era visível. Foram tantos momentos de tormentos espirituais, humilhações, rosnados de ódio, ameaças etc. Era levada a um lugar escuro e com muito fogo, os gritos de terror eram ensurdecedores.
Eu não podia olhar, mas me lembro que eu desobedecia e acabava vendo muita coisa. Pessoas agonizavam, como podres encarceradas, o cheiro era horrível. Um ou dois demônios me levavam pelo braço em um largo e longo corredor. Adiante havia um trono enorme no corredor de tormento, onde ficava um demônio muito grande, com mais dois, um de cada lado, em sinal de poder, era a trindade do inferno.
Eram muitas lágrimas e gritos, os vultos passavam rapidamente por trás daquele trono e voltavam de onde tinham vindo, passavam por mim e zombavam, era muita escuridão, cheiros, trevas, muitas trevas.
Eu vivia em trevas.
Em seguida, a voz muito alta me ordenava: dobre seus joelhos, porque aqui é o seu lugar, você vai ficar aqui.
Não adiantava, eu não obedecia, voltava e sofria mais ainda.
Tentei suicídio com remédios e por enforcamento. O desejo de sangue começou a aumentar. Recordo-me que passei uma faca de cozinha muito grande na minha jugular, mas estava com o corte para fora. Não tinha mais controle, queria matar e quando ele queria morte, eu desejava morte.
Quando acontecia alguma coisa ruim perto de mim, com uma diabólica alegria, eu me aliviava.
E ele me dizia: Não tem mais volta, eu mando!
Ah, foram tantas, tantas coisas...
Voltar? Para onde?
Sim, voltar para o mesmo quarto e usar uma determinação sobrenatural. Naquele momento, aprendi o que é ser forte e verdadeiramente revoltada e eu dei um basta!
Naquela situação me levantei literalmente contra o inferno.
Como se fosse o ultimo fôlego de vida, humildemente, supliquei a Deus:
"Não quero nada! O Senhor me vê aqui nesta escuridão? Então, se também consegue me ouvir, quero morrer agora, não quero ser curada, não mereço nada, só quero morrer diante dos Seus olhos. Eu preciso só disso, morrer agora, com o Senhor me vendo, para me levar.”
Só foi esta a minha oração.
Naquela madrugada, Deus me visitou e me aceitou. Como uma miserável, andarilha doente, quebrada, sem conseguir me levantar, totalmente banhada em lágrimas de arrependimento, reconhecendo minha podridão e meus insultos contra Ele, ainda assim, Ele me amou tanto.
A paz encheu aquele quarto, o meu coração sossegou, sem perceber eu adormeci.
O Espírito Santo tem me cobrado para falar sobre a transformação que Ele fez em minha vida, a fim de alcançar as pessoas que se julgam incapazes de saírem da situação em que se encontram.
Muitos se acovardam diante de uma entrega total e preferem viver de aparências, como eu vivi, pois ninguém imaginava a realidade da minha família.
Vou descrever resumidamente a minha história antes do meu encontro com o meu Deus e Senhor.
Muitas pessoas, que desconhecem o poder Divino, acham que só busca a Deus quem é de uma classe social desprovida de amor, de educação, de família, ou seja, pessoas que moram em favela, que passam fome ou até mesmo os famosos "ex": ex-traficante, ex-prostituta, ex-bandido etc.
Este pensamento é um tremendo engodo do diabo.
Quando me lembro da minha infância, me vêm à memória momentos de uma família perfeita, meus pais sentados à mesa dialogando, em meio a conversas, gestos de carinho para comigo, sua única filha, criada com tudo de bom. Mas essa imagem logo é interrompida por lembranças que contrariam toda essa serenidade.
Por esse motivo, começa o trajeto dos meus pais por uma busca incessante por Deus, batemos em várias portas.
Aos meus treze anos, cheguei ao Cenáculo do Espírito Santo. Não para ter um encontro com Deus, mas, por ser uma boa filha, eu acompanhava a mamãe, pois eu também pensava que as pessoas que buscavam a Deus, como eu disse anteriormente, eram menos favorecidas do que minha família.
Com o passar do tempo, deixei de acompanhar minha mãe e herdei toda maldição que até ali estava sobre o papai. Fui adoecendo e perdendo minhas forças para viver. Rodeada de livros, de cultura, muitas informações e pouca vida.
Acabei achando que eu era um "caso perdido", que Deus não queria saber de mim, tamanha a aflição que sentia. Então, em meio a tratamentos médicos sem sucesso, porque os problemas se agravavam, me cansei de tudo.
Eu era uma jovem com o rosto cheio de feridas que minavam água, desmaios constantes, dores pelo corpo, eram tantas coisas que não tem condições de escrever tudo.
Neste período, fui algumas vezes à Igreja com a mamãe, mas o pastor falava e eu não entendia o que ele dizia. Era como se as palavras não chegassem aos meus ouvidos, era como mímica, e quando eu ouvia, para mim, eram outras coisas que ele dizia, não havia coerência em suas palavras. Lógico, abandonei tudo e fui embora decidida a nunca mais voltar.
Isso tudo fez de mim uma pessoa horrenda, maldosa, cheia de ódio da vida e dos meus pais.
Eu me perguntava: por que eu vim a este mundo, para viver desta forma? Que propósito tem eu existir, Deus existir, para quê?
Esta frase alimentava o ódio vivo dentro de mim, como um fôlego, o ódio me dava forças para suportar. Fui me transformando aos poucos, sem perceber, quando notei aquele gigante, que alimentei durante esse período, estava me devorando e fazendo um tremendo estrago.
Sabendo que nada mais me restava, a não ser viver a caricatura de uma vida, muito revoltada com Deus e posso dizer que parcialmente em trevas, fiz a maior das loucuras: entreguei a minha alma ao diabo. Foi horrível!
Estava prostrada e ao me levantar algo diferente passou a viver dentro de mim, outro ser. Eu tinha a companhia constante dos demônios, me distanciei de todos que me amavam, dialogava e caminhava com o diabo, fiquei propensa a fazer o mal.
No final, dentre tantas coisas, meu maior desejo era matar. Matar meus pais e ver o sangue deles derramado em sinal de poder, principalmente o da mamãe, para sentir o sangue dela, tocar ou até beber. Porque eu bebia meu próprio sangue para fortalecer o voto. Odiava minha mãe porque ela buscava a Deus por mim.
Eu era cobrada com surras, cortes nas pernas que sangravam, mas só eu sabia o que estava acontecendo, ninguém mais, porque não era visível. Foram tantos momentos de tormentos espirituais, humilhações, rosnados de ódio, ameaças etc. Era levada a um lugar escuro e com muito fogo, os gritos de terror eram ensurdecedores.
Eu não podia olhar, mas me lembro que eu desobedecia e acabava vendo muita coisa. Pessoas agonizavam, como podres encarceradas, o cheiro era horrível. Um ou dois demônios me levavam pelo braço em um largo e longo corredor. Adiante havia um trono enorme no corredor de tormento, onde ficava um demônio muito grande, com mais dois, um de cada lado, em sinal de poder, era a trindade do inferno.
Eram muitas lágrimas e gritos, os vultos passavam rapidamente por trás daquele trono e voltavam de onde tinham vindo, passavam por mim e zombavam, era muita escuridão, cheiros, trevas, muitas trevas.
Eu vivia em trevas.
Em seguida, a voz muito alta me ordenava: dobre seus joelhos, porque aqui é o seu lugar, você vai ficar aqui.
Não adiantava, eu não obedecia, voltava e sofria mais ainda.
Tentei suicídio com remédios e por enforcamento. O desejo de sangue começou a aumentar. Recordo-me que passei uma faca de cozinha muito grande na minha jugular, mas estava com o corte para fora. Não tinha mais controle, queria matar e quando ele queria morte, eu desejava morte.
Quando acontecia alguma coisa ruim perto de mim, com uma diabólica alegria, eu me aliviava.
E ele me dizia: Não tem mais volta, eu mando!
Ah, foram tantas, tantas coisas...
Voltar? Para onde?
Sim, voltar para o mesmo quarto e usar uma determinação sobrenatural. Naquele momento, aprendi o que é ser forte e verdadeiramente revoltada e eu dei um basta!
Naquela situação me levantei literalmente contra o inferno.
Como se fosse o ultimo fôlego de vida, humildemente, supliquei a Deus:
"Não quero nada! O Senhor me vê aqui nesta escuridão? Então, se também consegue me ouvir, quero morrer agora, não quero ser curada, não mereço nada, só quero morrer diante dos Seus olhos. Eu preciso só disso, morrer agora, com o Senhor me vendo, para me levar.”
Só foi esta a minha oração.
Naquela madrugada, Deus me visitou e me aceitou. Como uma miserável, andarilha doente, quebrada, sem conseguir me levantar, totalmente banhada em lágrimas de arrependimento, reconhecendo minha podridão e meus insultos contra Ele, ainda assim, Ele me amou tanto.
A paz encheu aquele quarto, o meu coração sossegou, sem perceber eu adormeci.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A SERPENTE E O VAGA LUME

Conta a lenda que certa vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.
Este, fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a serpente:
—Posso lhe fazer três perguntas?
—Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
—Pertenço a sua cadeia alimentar?
—Não.
—Eu te fiz algum mal?
—Não.
—Então, por que você quer acabar comigo?
—Porque não suporto ver você brilhar…
Muitas vezes não entendemos as perseguições sem precedentes, as implicâncias, as mentiras etc.
Mas aí está uma das razões...
Simplesmente não suportam nos ver brilhar!!!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
VEJA UMA LIDERANÇA DE EXÊLENCIA.
A MINHA FAMÍLIA DE LIDERES DO AVIVAMENTO.
MAIS UM LIDER DO AVIVAMENTO.
PASTOR LUCIANO MORAIS E O APOSTOLO FERNANDO.
MAIS UM LIDER DO AVIVAMENTO.
PASTOR LUCIANO MORAIS E O APOSTOLO FERNANDO.
CIUMÉS, ELE TEM POR VOCÊ.
PARE O QUE VOCÊ ESTA FAZENDO! POIS PODE ESTA PROVOCANDO CIÚMES EM ALGUÉM.
NO LIVRO DE TIAGO C.4 V.5 A PALAVRA DE DEUS DIZ, QUE O ESPÍRITO SANTO
TEM MUITO CIÚMES DE MIM E DE VOCÊ.
O QUE VOCÊ FEZ, POR ALGUNS INSTANTES ATRAZ PODE OU NÃO TER AFASTADO O ESPÍRITO SANTO DE VOCÊ.
O ESPÍRITO SANTO, TEM CIÚMES DE TUDO O QUE VOCÊ FAZ QUE NÃO O AGRADA,
NÃO IMPORTA O QUE SEJA, ELE É MUITO SENSÍVEL E NÃO SE CONTENTA COM MINUTOS OU HORAS COM VOCÊ, POIS VOCÊ FOI PROJETADO PARA ANDAR COM ESPÍRITO SANTO TODO TEMPO.
ENTENDA, O ESPÍRITO SANTO NÃO É UMA FORÇA PROMISSORA, POIS ELE NÃO É PARA O FUTURO, NÓS TEMOS QUE TER O ESPÍRITO SANTO CONOSCO, ELE TEM QUE FAZER PARTE DA SUA VIDA AGORA, AGRADE-O DIGA QUE O AMA, CANTE UMA CANÇÃO PARA ELE, SE HUMILHE EM SUA PRESENÇA...
BUSQUE COM TODAS AS SUAS FORÇAS, A PRESENÇA DO ESPÍRITO SANTO PARA SUA VIDA, SEJA UM COM ELE, INSEPARÁVEIS POIS ELE É A PRESENÇA VIVA DE DEUS EM NÓS
FAÇA UM DESAFIO COM VOCÊ, DE NÃO CAUSAR CIÚMES NO ESPÍRITO SANTO
COMECE A AGIR DIFERENTE COM TODOS, NO AMOR E NA PAZ DO ESPÍRITO SANTO, VOCÊ VAI DESCOBRIR O QUANTO VOCÊ PODE AMAR AS PESSOAS.
NO LIVRO DE TIAGO C.4 V.5 A PALAVRA DE DEUS DIZ, QUE O ESPÍRITO SANTO
TEM MUITO CIÚMES DE MIM E DE VOCÊ.
O QUE VOCÊ FEZ, POR ALGUNS INSTANTES ATRAZ PODE OU NÃO TER AFASTADO O ESPÍRITO SANTO DE VOCÊ.
NÃO IMPORTA O QUE SEJA, ELE É MUITO SENSÍVEL E NÃO SE CONTENTA COM MINUTOS OU HORAS COM VOCÊ, POIS VOCÊ FOI PROJETADO PARA ANDAR COM ESPÍRITO SANTO TODO TEMPO.
ENTENDA, O ESPÍRITO SANTO NÃO É UMA FORÇA PROMISSORA, POIS ELE NÃO É PARA O FUTURO, NÓS TEMOS QUE TER O ESPÍRITO SANTO CONOSCO, ELE TEM QUE FAZER PARTE DA SUA VIDA AGORA, AGRADE-O DIGA QUE O AMA, CANTE UMA CANÇÃO PARA ELE, SE HUMILHE EM SUA PRESENÇA...
BUSQUE COM TODAS AS SUAS FORÇAS, A PRESENÇA DO ESPÍRITO SANTO PARA SUA VIDA, SEJA UM COM ELE, INSEPARÁVEIS POIS ELE É A PRESENÇA VIVA DE DEUS EM NÓS
FAÇA UM DESAFIO COM VOCÊ, DE NÃO CAUSAR CIÚMES NO ESPÍRITO SANTO
COMECE A AGIR DIFERENTE COM TODOS, NO AMOR E NA PAZ DO ESPÍRITO SANTO, VOCÊ VAI DESCOBRIR O QUANTO VOCÊ PODE AMAR AS PESSOAS.
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